A biomédica Thaís Galatro, da Faculdade de Medicina da USP, apresenta sua tese de doutorado orientada pela professora Suely Marie e vencedora do Prêmio Tese Destaque USP 2017 na categoria Melhor das Ciências da Saúde. Ela pesquisou a interação entre os tumores cerebrais e a microglia - células do sistema imunológico responsáveis por manter o equilíbrio do cérebro.
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[este vídeo é parte de uma reportagem que pode ser acessada aqui: •[CiênciasdaSaúde]Nocâncercerebral,si...] O glioblastoma é o tipo mais agressivo de câncer do cérebro. Há décadas, cientistas investigam as células desse tumor em busca de uma forma de barrar sua progressão. Mesmo depois de tantas pesquisas, porém, as opções de tratamento não costumam prolongar a sobrevida das pessoas para além de 15 meses. Diante dessa situação, a biomédica Thaís Galatro resolveu "pensar fora da caixa". Em vez de focar no tumor, olhou para células ao redor: a microglia. Como parte do sistema imunológico do cérebro, essas células deveriam impedir a instalação do câncer. Mas Thaís constatou que o tumor influencia a microglia a agir em seu favor - e ela até se comporta como o tumor. Na pesquisa, também constatou o que acontece quando nosso cérebro envelhece: a microglia perde mobilidade. Essas conclusões, ela acredita, podem levar a novos caminhos de tratamento para os glioblastomas e para doenças neurodeg
[este vídeo é parte de uma reportagem que pode ser acessada aqui: •[CiênciasdaSaúde]Nocâncercerebral,si...] O glioblastoma é o tipo mais agressivo de câncer do cérebro. Há décadas, cientistas investigam as células desse tumor em busca de uma forma de barrar sua progressão. Mesmo depois de tantas pesquisas, porém, as opções de tratamento não costumam prolongar a sobrevida das pessoas para além de 15 meses. Diante dessa situação, a biomédica Thaís Galatro resolveu "pensar fora da caixa". Em vez de focar no tumor, olhou para células ao redor: a microglia. Como parte do sistema imunológico do cérebro, essas células deveriam impedir a instalação do câncer. Mas Thaís constatou que o tumor influencia a microglia a agir em seu favor - e ela até se comporta como o tumor. Na pesquisa, também constatou o que acontece quando nosso cérebro envelhece: a microglia perde mobilidade. Essas conclusões, ela acredita, podem levar a novos caminhos de tratamento para os glioblastomas e para doenças neurodeg
[este vídeo é parte de uma reportagem que pode ser acessada aqui: •[CiênciasdaSaúde]Nocâncercerebral,si...] O glioblastoma é o tipo mais agressivo de câncer do cérebro. Há décadas, cientistas investigam as células desse tumor em busca de uma forma de barrar sua progressão. Mesmo depois de tantas pesquisas, porém, as opções de tratamento não costumam prolongar a sobrevida das pessoas para além de 15 meses. Diante dessa situação, a biomédica Thaís Galatro resolveu "pensar fora da caixa". Em vez de focar no tumor, olhou para células ao redor: a microglia. Como parte do sistema imunológico do cérebro, essas células deveriam impedir a instalação do câncer. Mas Thaís constatou que o tumor influencia a microglia a agir em seu favor - e ela até se comporta como o tumor. Na pesquisa, também constatou o que acontece quando nosso cérebro envelhece: a microglia perde mobilidade. Essas conclusões, ela acredita, podem levar a novos caminhos de tratamento para os glioblastomas e para doenças neurodeg
