Bissexual, radialmente simétrica e cheia de tépalas. Assim era a primeira flor do planeta. Um estudo internacional que comparou flores existentes, fósseis e o maior conjunto de dados florais já montados aponta detalhes do que chamaram de flor ancestral. Publicado na Revista Nature Communications:
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Juliana Ottra, professora e pesquisadora do Laboratório de Sistemática Vegetal (Departamento de Botânica/ Instituto de Biociências da USP), conta como sua pesquisa colaborou para o entendimento da flor ancestral de angiosperma. Juliana fala sobre sua linha de pesquisa e como é a rotina de um botânico. Reportagem: Tabita Said. Edição: Alan Petrillo.
Juliana Ottra, botânica da USP, explica a complexidade das flores e faz paralelos entre plantas terrestres, gimnospermas até as angiospermas - plantas com flores. Em um minuto e meio, ela também conta como é a estrutura floral e porque as flores são uma inovação evolutiva. Reportagem: Tabita Said. Edição: Alan Petrillo
Sem acesso a fósseis mais antigos, grupo de botânicos da França, Áustria, EUA e Brasil utilizou sofisticados métodos de análise para entender como era a primeira flor. Juliana Ottra, botânica da USP e uma das autoras do artigo, conta como era sua estrutura, tamanho e órgãos reprodutores. Link do artigo | Publicado na Revista Nature Communications | Reportagem: Tabita Said. Edição: Alan Petrillo.
Um sofisticado estudo envolveu análise da estrutura de flores existentes, de fósseis e até probabilidade para responder à pergunta: como era a mãe de todas as flores? A flor proposta pelos pesquisadores data de 140 mil anos - um período em que não há nenhum registro fóssil disponível para análise. Link do artigo | Publicado na Revista Nature Communications | Reportagem: Tabita Said. Edição: Alan Petrillo.
